NOVO PARADIGMA CONSCIENCIAL

Definição. Paradigma científico básico: modelo que orienta as regras das actividades e normas das pesquisas da Ciência em geral, como um todo.
Sinonímia: descodificação científica fundamental; matriz disciplinar; modelo científico principal; paradigma emergente; teoria-líder; teoria-padrão.
Esgotamento. Como foi exposto (V. Cap. 01), observa-se que a Ciência Incompleta, convencional, tem o seu paradigma newtoniano-cartesiano-mecanicista essencial, nesta altura, a caminho do esgotamento, apesar de todas as resistências de naturezas e procedências diversas.
Corrupções. A autodefesa dentro da sua natureza, faz com que o Homem sonegue informações ou se silencie ante o que lhe seja incompreensível quanto aos problemas frente aos quais seja impotente ou não disponha ainda de recursos capazes de solucionar.
Patopensenes. Eis 3 exemplos de acomodações intrafísicas ou patopensenes colectivos e tácitos:

1. Consciência. A Ciência convencional foge à pesquisa directa do objecto consciência nas suas abordagens, o que é uma contradição ou irracionalidade.
2. Monoglotismo. O povo norte-americano evita falar sobre o seu monoglotismo básico, o que abre lacunas na sua cultura e afecta as áreas das Ciências em geral, assentes no idioma Inglês.
3. Caçadores. A maioria dos militares, em todos os países, não se referem à realidade de si mesmos: caçadores técnico-profissionais de homens e mulheres.


Desconhecimento. O paradigma newtoniano-cartesiano-mecanicista vem conservando os cientistas numa profunda e sistemática ignorância do parapsiquismo, da interdimensionalidade da conscin ou da Conscienciologia, suas realidades, seus princípios e suas leis.
Soma. No obstinado desconhecimento do parapsiquismo, afirmam que os enigmas da vida jazem inteiramente nas Ciências Naturais e no desenvolvimento das células do corpo humano (soma) apenas.
Lacuna. Esta é a grande e deplorável lacuna no entendimento humano. Os cientistas afastam-se, voluntária e cegamente, da realidade mais profunda e mais rentável à evolução consciencial até deles mesmos, capaz de acelerar ainda mais o progresso da humanidade por dentro, sob o pretexto de somente empregar métodos positivos e objectivos, mas superficiais ou epidérmicos.
Prioridades. De entre as insensatezes e resistências da actual sociedade científica - ainda imatura e materialista - destaca-se a lastimável ausência de discernimento e perspectiva no estabelecimento das prioridades das pesquisas básicas ou pesquisas puras que possam conduzir a uma Tecnologia mais consciencial.
Subvenções. Mesmo no Brasil, hoje, por exemplo, aparecem subsídios estatais e orçamentos consideráveis provenientes de recursos fornecidos por todos nós, contribuintes, para o estudo técnico - às vezes inútil, absolutamente não-prioritário e até repetitivo - dos pelinhos dos órgãos sexuais de algum pequeno bicho anónimo, que não apresenta a mais remota possibilidade de auxílio imediato à criança faminta, ao jovem - rapaz ou rapariga - não-estudante, à mulher-consciência ou ao Homem em conflito consigo mesmo dentro das minorias humanas da Socin.
Relação. Segundo o World Science Report 1996, da Unesco, nos países desenvolvidos a relação artigos/patentes é de 2. Nos países em desenvolvimento da Ásia é inversa, de duas patentes por artigo. No Brasil, por exemplo, regista-se a vergonhosa marca de uma patente para cada 40 artigos.
Patrocínio. Até ao momento, no Brasil, não se encontra ninguém, nem um órgão governamental, que patrocine o mais promissor projecto de pesquisa destinado à análise parapsíquica, sofisticada, da consciência, um assunto vital e prioritário para todos, em qualquer lugar, hora ou circunstância. O Instituto Internacional de Projecciologia e Conscienciologia completou uma década de realizações sem ter sido favorecido por qualquer subsídio oficial. Agora, em 1998, tornou-se uma instituição de utilidade pública de carácter nacional.
Índices. Se você, leitor ou leitora, deseja comprovar esta observação, passe os olhos pelos índices das tradicionais e dispendiosas revistas técnicas deste país.
Sensatez. Espera-se um pouco mais de sensatez por parte das próximas gerações humanas. Quem viver, verá.
Ignorância. Interesses subalternos podem tornar a Ciência uma disciplina negativa. Exemplos: belicismos; bombas atómicas; empreendimentos anti-ecológicos; realizações antibioéticas. Mas, além destes, outros objectivos humanos prejudicam o desenvolvimento científico.
Rapinagem. Aqueles que combatem, abafam ou se omitem, ardilosamente, quanto às novas conquistas científicas, sejam religiosos, políticos, militares, industriais, mercadores ou mesmo determinados cientistas imaturos, quando o fazem de modo criminoso, actuam atavicamente como aves de rapina.
Oligarquia. Os rapinadores delinquentes pretendem manter na ignorância os seres lavados cerebralmente, robotizados, que vivem sob o seu domínio de influência social (oligarquia).
Privilégios. Desses seres manipulados, dessa ignorância cega e desse domínio consciencial, dependem a manutenção do status quo dos proveitos e a expansão dos privilégios que desfrutam e nos quais se encontram viciados. Misoneístas, ou neófobos, sem tais proveitos e privilégios não saberiam viver a experiência humana, a partir da renovação noutras bases, geradas exactamente por essas novas conquistas científicas.
Lobis. Assim permanece, em muitos campos, o actual círculo vicioso das consciências intrafísicas (Conscins) dominadoras-dominadas (corporativismos, lobis , nepotismos, etnocentrismos).
Revisão. Todas as leis científicas, por mais rígidas, são susceptíveis de revisão.
Resposta. Em Ciência é impraticável oferecer uma resposta geral e exaustiva que venha a esgotar a totalidade de uma questão.
Dinamismo. A verdade científica é dinâmica, corrige-se a si mesma, não pretende ser definitiva. O conhecimento científico mantém-se fresco por tão pouco tempo quanto o peixe.
Impermanência. Não há permanência para os conceitos científicos.
Obsolescência. A vida de um trabalho científico (artigo) é muito curta.
Pressão. A obsolescência dos materiais de que dispomos está cada vez mais intensiva e pressionadora.
Previsões. Pouco do que este autor afirma hoje será correto daqui a uma década. Os artigos publicados há uma década e meia atrás, são quase inúteis em muitos campos científicos.
Décadas. A maioria do que aprendemos agora não se mostrará suficientemente certo daqui a 5 décadas.
Aceleração. Neste mundo actual ou na Intrafisicologia em mutação rápida e crescente, o fenómeno da aceleração da História Humana, no qual estamos imersos e enredados, é irreversível, atropela os neófobos e as mentes anacrónicas em todas as linhas do conhecimento intrafísico.
Encurtamento. Por outro lado, a aceleração da História promove a democratização da informação e o encurtamento do período da infância, da puberdade, da adolescência e das brechas entre as gerações humanas. As conscins amadurecem mais cedo. Hoje, há meninas-mães aos 9 anos de idade física. Há assassinos e traficantes com uma década apenas de existência humana.
Criatividade. O mais importante é criar e manter um ambiente cientificamente vivo, aberto e estimulante da criatividade.
Neofobia. Em Ciência há que fugir das camisas-de-força conceptuais (neofobia).
Omnisciência. Somente num mundo de amadores pode alguém pretender possuir uma omnisciência monolítica ou a certeza absoluta.
Fortificação. A Ciência tem o condão mágico de ser eternamente nova. A revisão de uma teoria não a enfraquece necessariamente. Poderá até fortificá-la.
Vitória. Quando nos vemos obrigados a modificar as nossas concepções desta maneira, isto não constitui derrota para o nosso ponto de vista científico, mas vitória útil.
Passo. Em Ciência, cada antigo ponto de vista abandonado significa novo passo em frente de visão científica .
Dilema. A consciência não é produto da matéria. Entretanto, o dilema infantil e infantilizador mente-matéria (consciência-cérebro) prossegue aceso.
Compreensão. Apesar da resistência dos cientistas tradicionais, as pesquisas parapsíquicas estão a exigir a revisão drástica das estruturas convencionais de vários segmentos da Ciência mecanicista no que tange à compreensão da natureza humana e da natureza da própria realidade.
Parapsiquismo. Nas áreas psíquicas e parapsíquicas existem muitos fenómenos sob intensa controvérsia. Exemplos: o complexo fenomenológico dos objectos voadores não-identificados (ovnilogia); a teoria das seriéxis.
Documentação. Outros factos têm sido descritos, verificados e documentados com tanta frequência por observadores científicos, que deixaram de ser matérias de debates agudos. Exemplos: a hipnose; a telepatia.
Obscuridade. No entanto, há ainda profunda obscuridade para nós na essência desses fenómenos, inclusive naqueles mais aceites, ou mais apropriadamente, menos estigmatizados.
Subsociedade. Além disso, faz-se mister destruir de modo definitivo o vínculo entre o parapsiquismo puro com 4 realidades espúrias:

1. O ocultismo ou autismo grupal popularesco.
2. O comercialismo inapropriado.
3. O sensacionalismo.
4. A mistificação solerte.

Desvinculação. Difícil ou não, isso tem de ser feito. Como está, infelizmente, ocorre o afastamento de pessoas sérias e a caracterização do campo, tão promissor, na condição de subsociedade simplista e ingénua.
Significados. Não se pode entrar num mundo de significados sem formular os postulados necessários.
Ingenuidade. Em Religião, tais postulados são chamados fé cega ou raciocinada. Na maioria das religiões, a verdade sagrada, infalível, é decretada através de doutrina (dogmatização, dogmática, teologia). A sua aceitação baseia-se na fé indiscutível da religiosidade ingénua.
Heresia. Qualquer sinal de dúvida ou questionamento é considerado heresia ou dissidência quando não chega às raias do anátema.
Ética. Em Ética, os postulados recebem os nomes de normas ou ideais.
Postulados. Em Ciência, os postulados são as hipóteses ou teorias.
Sermões. A Ciência não faz sermões das verdades inverificáveis.
Demagogia. Eis 5 produtos espúrios das verdades inverificáveis, absolutas e impostas, próprias da demagogia religiosa dos grandes impérios teológicos, seitas antigas, tradicionais e modernas:

1. Clã. Exaltação do espírito de clã e do nacionalismo.
2. Sectarismo. Inculcação subtil da crença sectária através dos canais da assistência social.
3. Paliativos. Assistência social paliativa, de fachada, sem a real intenção remissiva (tacon primária).
4. Catequese. Doutrinação, catequese, aliciamento, proselitismo e lavagem cerebral, manifestos ou disfarçados, objectivando o salvacionismo místico.
5. Sacralismo. Imposição de princípios estáticos e sacralismos, sem direito a qualquer questionamento (anátema).

Vantagens. Conhecemos mais vantagens do que desvantagens nas descobertas científicas que temos até hoje. Por outro lado, a investigação científica há de ser pura.
Limites. Não deve haver limites para a pesquisa científica.
Finalidade. Nem sempre o que se faz, ou se produz cientificamente num laboratório, deve ser realizado com uma finalidade pré-determinada.
Filosofia. Contudo, em razão do exposto, não se pode excluir da Ciência, a Filosofia qual coadjuvante útil, nem a Ética qual regra sábia de comportamento (Cosmoética).
Escola. Toda a escola tem a sua política específica.
Contenção. A Filosofia e a Ética, tanto quanto a Lógica, são indispensáveis para conter os excessos das imaturidades humanas nos processos de embrutecimento nascidos através dos abusos da Ciência aplicada à Tecnologia (tecnólogos, tortura tecnológica, tecnofobia/tecnolatria, tecnovítimas/tecnodependentes), e das actuações dos órgãos de opinião pública.
Biotecnologia. Eis 19 exemplos de 1997 das assim-chamadas ameaças monstruosas da Biotecnologia, o grande vector económico do Século XXI, envolvendo os 2 extremos da vida humana, o feto/berço e o idoso/túmulo:

01. A Bioética quotidiana e de fronteira.
02. A fecundação humana artificial.
03. Os pré-embriões.
04. Os embriões humanos desprezados.
05. O médico australiano que teve 10.000 filhos.
06. A pesquisa do Genoma Humano.
07. O aborto humano.
08. A eutanásia.
09. Os pacotes turísticos renais.
10. O mercado humano ou a mercantilização da vida humana.
11. A retirada de órgãos de crianças adoptadas.
12. A exportação de crianças.
13. O rato manipulado geneticamente.
14. A mosca com 15 pares de olhos.
15. A clonagem da ovelha Dolly.
16. A vaca Rose que produz leite humano.
17. A reprodução clonal do ser humano.
18. A questão bioética das armas.
19. O uso indiscriminado e descuidado da energia nuclear.

Cosmoética. Os cientistas, quando imaturos, evitam discutir fins. Só discutem meios. Aqui deve entrar a maturidade da Cosmoética ainda completamente inexistente.
Identidade. A Ciência, em si, não tem identidade, tem de ser livre, prospectiva.
Usos. Já os usos que fazemos da Ciência importam muito, bem como a sua utilização ética (Cosmoética).
Honestidade. Os meios científicos devem ser perfeitamente honestos. Observemos o que se passa nesse universo da moderna Bioética. A Ética não é quantitativa, mas qualitativa.
Tecnologismo. Por exemplo, por medidas de segurança militar (top secret), os ideólogos (tecnocratas) do sistema do Tecnologismo (informatização da sociedade), fraccionam os projectos científicos em tantas partes funcionais quanto possíveis, entregando a sua solução a grupos separados.
Domesticação. O(a) cientista - em geral um experimentador(a) de primeira qualidade - assim domesticado, trabalha numa total ignorância do para quê do seu projeto.
Deturpação. Não toma conhecimento das determinantes ideológicas reais que regem o seu funcionamento pessoal (minipeça), como parte de uma estrutura ou sistema total (maximecanismo), que tem na tecnologização da Sociedade o seu propósito primário. É o modelo deturpado, amoral, do conhecimento científico.
Guerra. Na guerra, o mal é organizado burocraticamente, através da interacção da Ciência e da Tecnologia, de modo a que nenhuma pessoa abaixo da cúpula possa ser responsabilizada pelo que acontece.
Diluição. Ocorre uma diluição dos ponteiros cosmoéticos das consciências.
Erro. A aplicação fria de conceitos aristotélicos e newtonianos, temperados com o cartesianismo, tem embebido de sangue humano este Planeta, notadamente no Século XX.
Indústria. Além da indústria da morte, mantida por líderes políticos e técnicos militares, o maior erro dos cientistas da Ciência Incompleta, regulada pelo paradigma newtoniano-cartesiano-mecanicista, ainda dominante, é a decisão míope da maioria da comunidade profissional em se manter ignorando, inteiramente, a natureza extrafísica da consciência humana.
Resistência. Esta é a resistência absoluta e absurda à verdade relativa, inter ou multidimensional. O conhecimento científico pode ser canónico, preconceituoso e pretensioso.
Superficialidade. Os pesquisadores míopes devotam toda a sua atenção apenas às áreas físicas, orgânicas, periféricas ou superficiais da personalidade, muito mais complexa quando abordada integralmente. Sentem-se, deste modo, realizados.
Dermatologia. Aninhados na meia-ciência-aleijada, na mutilação do saber e na explosão do conhecimento fragmentado, os pesquisadores(as) do poder temporal paralisam as pesquisas científicas pelo nivelamento por baixo e estacam os seus esforços na dermatologia da consciência, onde se sentem mais seguros e com maior sustentação económica, financeira e social.
Dicotomia. A Ciência ortodoxa (purismo) e a Religião ortodoxa (fundamentalismo) têm sido, ambas, institucionalizadas e congeladas dentro de uma dicotomia mutuamente excludente.
Sociopatia. O que não deixa de ser patológico, ou uma sociopatia drástica, pois mantêm subculturas e cegueiras selectivas.
Protoconhecimento. Por isso, há décadas que este autor procura eliminar, por um lado, todos os condicionamentos da formação cultural, notadamente quanto à Religião, um protoconhecimento tão ultrapassado, na fase da maturidade consciencial, quanto qualquer outra linha de conhecimento ou curso pré-maternal.
Presente-futuro. Por outro lado, orienta-se pelo secularismo, o racionalismo e o empirismo, porém assentados num universalismo integrativo, maior, holossomático, multidimensional e evolutivo, buscando ver o hoje e o amanhã, o aqui-e-agora e o algures, o presente-futuro.
Pessoal. Os fenómenos interdimensionais da Projecciologia, transfísicos, ultrapassam os actuais recursos de detecção física das ocorrências universais, empregados pela Ciência convencional. Possibilitam, até ao momento, tão-somente ao interessado(a), de modo directo, o acesso aos processos e às orientações aqui desenvolvidas.
Empirismos. Em resumo: executa-se apenas o empirismo pessoal. Não podem, ainda, oferecer a replicabilidade científica tradicional, franca, quanto aos fenómenos conscienciais, ou seja, o empirismo público, universal, fácil ou vulgar.
Diferença. Comparando o conhecimento apreendido pela Ciência convencional, ortodoxa, com o conhecimento apreendido através da Projecciologia e da Conscienciologia, identificamos a diferença fundamental entre um e outro.
Universal. O conhecimento científico tradicional ou convencional é contingente. As suas proposições ou hipóteses têm a sua veracidade ou falsidade conhecida através da experiência não participativa, universal e replicável. Não é obtido apenas pela razão, como acontece com o conhecimento filosófico.
Individual. Já o conhecimento projecciológico, hoje, tem a veracidade ou falsidade de suas proposições ou hipóteses também através da experiência, somente com a diferença de que é uma experiência pessoal, individual, participativa, não-universal e nem pública (intraconsciencial).
Verificabilidade. O conhecimento parapsíquico permite tão-somente a verificabilidade pessoal, o emprego da razão e a crítica mútua das experiências entre os projetores(as) experimentadores. Ajuda a conscin exemplificadora.
Sistematização. Apesar da diferença, ocorrem também identificações. Tanto o conhecimento científico tradicional ou convencional, quanto o conhecimento projecciológico, são sistemáticos.
Conexões. Partem de um saber ordenado logicamente, formando sistemas de ideias ou teorias, e não conhecimentos dispersos e desconexos. A pessoa interessada pode constatar este facto pelas técnicas projectivas inseridas no texto deste livro.
Falibilidade. Também, ambos os conhecimentos, o científico tradicional e o projecciológico, constituem conhecimentos falíveis, em virtude de não serem definitivos, absolutos ou finais. Por este motivo, são aproximadamente exactos.
Proposições. Novas proposições e o desenvolvimento das técnicas convencionais e projectivas podem reformular o acervo das teorias existentes.
Generalidade. A Ciência não pode ser limitada nas suas pesquisas. No entanto, a Ciência pura busca ser, sempre, uma ciência do geral e não uma ciência individual.
Nomotética. A Ciência gosta de universais e não de particulares. Lida apenas com leis amplas, preferentemente universais (nomotética).
Idiografia. A individualidade não pode ser estudada correctamente pela Ciência convencional que existe por aí (como se verá no próximo Capítulo), mas pela História, pela Arte ou pela Biografia, cujos métodos não são nomotéticos, ou seja: os que envolvem a formação de leis gerais ou procuram leis universais; mas idiográficos, isto é aqueles que buscam o estudo dos casos individuais (relatos, vivências, experimentos).
Contradição. Este dogma científico da universalidade é uma contradição por que estabelece uma limitação arbitrária à amplitude ilimitada do campo da investigação científica.
Evolução. Falta aos cientistas convencionais, homens e mulheres, o módulo prioritário da inteligência evolutiva.
Problema. No entanto, a consciência é um fenómeno, mesmo sendo encontrada apenas sob formas individuais. O objecto consciência é um trans-saber inarredável à nossa frente.
Sentimento. A Ciência convencional, de modo ilógico e parcial, não leva em conta o que realmente sentimos: a experiência subjectiva (individual e colectiva). Descreve o Cosmos ou um mundo de coisas sem valor, interactuando como se a Humanidade não existisse. Descreve a Natureza de modo frio, incompleto e insatisfatório.
Conscienciologia. A individualidade cria problemas únicos para a Ciência convencional. Talvez aqui se centre o problema relevante máximo que a Conscienciologia representa para o homem da Ciência convencional (consciência participativa).
Incómodo. A consciência, portanto, é uma perturbação ou incómodo para a Ciência Incompleta.
Coerência. Por ser a consciência um fenómeno universal, a Ciência - mesmo permanecendo congelada na forma exclusivamente nomotética de pensar - tem de estudar esse incómodo a fim de manter a sua coerência. Contudo, não pode estudá-lo correctamente, a não ser que procure a individualidade da padronização (um paradoxo).
Alienação. Este é o dilema essencial da Ciência Incompleta ou alienante, há 2 séculos, traduzido pela separação sujeito e objecto. Aí teve início o esgotamento lógico a que chegou, hoje, o paradigma newtoniano-cartesiano ainda em vigor.
Autoridade. A partir deste ponto, o cientista convencional, que não dispõe de autoridade nem vivência para estudar correctamente o fenómeno universal da personalidade ou da consciência, não tem também autoridade para julgar correctamente as pesquisas e achados da Conscienciologia ou da personalidade considerada inteira (holossomática, multidimensional, pluriexistencial, holobiográfica). Estes são os factos.
Concessões. Aquele que faz mais concessões aos poderes intrafísicos sai-se melhor no dia que passa e no universo das descobertas superficiais.
Consciencialidade. Aquele que procura transcender a craveira comum da mediocridade científica, limitando as suas concessões, é a única personalidade que consegue alcançar as verdades relativas de ponta da Projecciologia e obter um patamar melhor de consciencialidade quanto às suas realidades intra e extraconscienciais, vencendo as automimeses dispensáveis que teimam sempre em monopolizar o que fazemos na vida humana.
Eventos. Os eventos, directamente com o ser humano, nunca se repetem duas vezes de igual maneira.
Individualidades. Não existem duas individualidades semelhantes ou idênticas.
Subjacência. Embora nos eventos possa haver um determinismo subjacente.
Replicabilidade. Isso inviabiliza, em definitivo, a determinação científica básica da replicabilidade dos factos ou das pesquisas laboratoriais.
Parcialidade. Também afasta, como inadequados, os instrumentos materiais ou recursos físicos, e, mais do que isso, afasta a Ciência pura e os cientistas imaturos das investigações científicas da Conscienciologia - a Ciência da individualidade psicológica inteira - e, consequentemente, da Projecciologia, que exigem, ambas, a pesquisa participativa (energias conscienciais, parapsiquismo), a fim de reduzir a actual parcialidade da Ciência Incompleta.
Indivíduo. O estudo idiográfico, ou seja, do indivíduo, da personalidade ou da consciência de modo isolado, é extremamente complexo.
Isolamento. Na prática, torna-se dificílimo estudar um indivíduo isolado, pois ninguém existe isolado (um megapensene trivocabular fundamental).
Absurdo. Por outro lado, todas as vezes que medimos, estamos a introduzir uma lei geral ou nomotética. Se tomada literalmente, a abordagem idiográfica é absurda. Podemos, no entanto, aceitá-la como um apelo para não negligenciar o indivíduo em si, na nossa busca de leis gerais.
Fundamentação. Os factos da Projecciologia convencem, em definitivo, pela autopensenização apenas o projetor consciente (homem ou mulher). Até ao momento, a Projecciologia não tem fundamentação capaz de persuadir os pesquisadores não-praticantes ou não-participantes.
Mito-guia. Espera-se que esta possibilidade venha a ocorrer, um dia, com o desenvolvimento da Tecnologia refinada, aplicada às pesquisas da consciência. Aí, o paradigma mecanicista - mito-guia da Ciência Incompleta actual - já terá sido substituído pelo novo paradigma consciencial, definido pela Projecciologia.
Ambiguidades. Este é o pensamento que se move além da lógica ingénua da Sociedade Humana presente, um paradigma menos preciso, ainda eivado de ambiguidades a serem eliminadas.
Transição. Cientificamente vivemos hoje a crise da transição, as dores da integração, a ética do provisório, rumo ao primado do novo paradigma.
Duplicidade. Há até pesquisadores holísticos que julgam que, hoje, já vivemos um período pós-paradigmático, onde 2 paradigmas científicos - o esgotado e o novo - coexistem, de algum modo, pacificamente.
Desafio. Ao pesquisador mecanicista, purista quanto à impessoalização da Ciência e à impecabilidade do princípio da replicabilidade directa e sistemática, impedido de desenvolver experimentos de cunho participativo, e, consequentemente, de se desenvolver a si mesmo sob o aspecto consciencial, seja por temperamento, repressões mesológicas, condicionamentos pessoais ou inabilidade para tolerar crises de ambiguidades, a Projecciologia tem pouco a oferecer neste momento de investigação.
Melex. Aos colegas, este autor recomenda o estudo (condutas-padrão versus condutas-excepção), com o máximo de auto e heterocrítica, das parapsicoses pós-dessomáticas e da melex.
Instrumentação. O emprego de instrumentação adequada e sofisticada poderá substituir, algum dia, os experimentos projecciológicos pessoais nas pesquisas da consciência. Por agora tal instrumentação ainda não foi inventada. Temos aí um desafio à nossa inteligência que permanece imbatível desde o Século XIX.
Instrumento. Hoje, na Experimentologia, a consciência é o instrumento de eleição mais eficiente, à mão, na pesquisa da própria consciência. Isso, no entanto, não é tão mau, nem tão deficiente ou ineficaz, como pode parecer aos menos atentos.
Adversários. Há quem afirme - os adversários do paradigma consciencial - que não devemos pesquisar a consciência através de outra consciência, e sim através de aparelhos materiais ou instrumentação física.
Perguntas. Neste ponto valem 4 perguntas racionais e suas respostas pertinentes:

1. Criação. Quem criou estes aparelhos e instrumentos? A consciência humana criativa.
2. Pesquisa. Quem pesquisa em todas as áreas das Ciências tradicionais e modernas? A consciência humana pesquisadora.
3. Cérebro. Com que instrumentos, por exemplo, a Neurologia pesquisa o próprio cérebro humano? Justamente com os cérebros dos neurofisiologistas ou neurocientistas, pesquisando os cérebros dos seres humanos, através do funcionamento dos seus próprios cérebros.
4. Vírus. Se a consciência humana não pode se pesquisar a si mesma e às outras consciências, inevitavelmente de modo participativo, quem é que esses argumentadores e a própria Ciência convencional esperam que vá pesquisá-la? Os vírus? Isto é nonsense ou um absurdo.

Irracionalidade. Como se observa, este é um argumento, sem dúvida, irracional. Por aí se conclui, racionalmente, como a Ciência convencional é, de modo indefensável, contraditória, omissa, imatura e mundana (troposférica).
Fuga. Há 2 séculos a Ciência vem sonegando recursos e fugindo sempre, como é hábito, de modo irracional - um mecanismo de defesa colectivo, grupal, lobista ou corporativista - da pesquisa directa, chacra-a-chacra, poro a poro, da consciência ou das pesquisas participativas do pesquisador(a)-objecto de pesquisa. Não podemos lutar contra os factos.
Observação. O cientista não é um mero foco de máquina fotográfica, nem simplesmente gravador ou computador. Afinal, a observação directa é a melhor fonte de conhecimentos. Mesmo quando - ou ainda quando - esta observação directa é multidimensional ou com os para-olhos.
Substituto. Sobre tudo isto paira uma realidade irretocável: não existe substituto para a experiência pessoal.
Destra. O leitor (ou leitora) sabe que a sua mão direita tem 5 dedos e, mais do que isso, sabe como colocá-los a funcionar a seu favor. Ninguém precisa de lhe dar lições a esse respeito.
Técnicas. Tudo, na nossa vida transitória, nesta dimensão intrafísica, exige técnica. Até para se evitar um espirro.
Entendimento. Hoje já existem técnicas lógicas e racionais também para qualquer pessoa interessada se entender a si mesma de maneira integral ou holossomática.
Neo-sinapses. Feliz ou infelizmente, o facto é que a Ciência convencional, ainda míope, não dispõe dessas técnicas. Quem se interessa, busca mudar os seus paradigmas e cria neo-sinapses, sem qualquer neofobia.
Pressupostos. Por um lado, esta ou aquela de nossas proposições ainda não são Ciência, sendo apenas esperanças de Ciência, na opinião sincera do(a) cientista mecanicista, temeroso de perder a sua segurança profissional, subalterno da sobrevivência amoedada advinda da Ciência convencional sob a pressão da qual vem vivendo (este autor é pesquisador independente há 4 décadas).
Meia-ciência. Por outro lado, à imagem e semelhança da própria Ciência Incompleta, convencional, que está aí, tais proposições projecciológicas constituem ainda meia-ciência.
Escuridão. Por isso, a melhor forma de facilitar o advento e a implantação plena da Ciência Amadurecida será compreender até que ponto é densa a escuridão que tacteamos, tanto, por um lado, a Ciência convencional, quanto a Projecciologia, por outro lado.
Provisório. Nunca esquecer, porém, que os pressupostos da Ciência Natural, convencional, com que começamos, são coisas provisórias e passíveis de revisão.
Debates. Nos debates científicos não se pode proteger de modo irracional uma teoria, notadamente a antiga ou antiquada.
Classificação. A Ciência requer classificação.
Semelhanças. Não conseguimos obter conhecimentos gerais a menos que agrupemos os fenómenos na base de semelhanças (identidades, afinidades, interacções).
Enumerações. Daí surgiram as técnicas projectivas, as enumerações didácticas, a terminologia especializada e a panorâmica, até certo ponto, bastante rígida, deste livro (não obstante todo o material didático).
Perdas. Pela Ciência Amadurecida, o defensor da teoria das seriéxis poderá defender-se, profilacticamente, contra as causas das seriéxis repetitivas ou automimeses inconscientes.
Automimeses. As automimeses geram: perdas de energia, esforço, tempo mental e oportunidades evolutivas no microuniverso das nossas consciências.
Abordagens. A diferença magna entre a Ciência convencional, mecanicista e fisicalista e a Conscienciologia, um universo de pesquisas conscienciais e multidimensionais, é uma questão de prioridade quanto a duas abordagens:

1. Cientista. O(a) cientista convencional, materialista, quadridimensional ou paroquial, sente-se incompetente por ainda morrer no corpo humano transitório: desejaria queimar etapas, vivendo para sempre na matéria ilusória, através do elixir da eterna juventude.
2. Serenão. O Serenão (Serenona), com abordagem multidimensional, holossomática e maxi-universalista, sente-se incompetente por ainda precisar de viver no corpo humano transitório: desejaria queimar etapas vivendo para sempre desligado da matéria na sua carreira auto-evolutiva, infinita.

Sínteses. Ao cientista (universalista e interdimensional), dentro do universo de pesquisas da Conscienciologia, interessa, antes de tudo, numa primeira etapa, a obtenção mais difícil das sínteses últimas, mas sempre relativas, das análises e investigações mais essenciais (prioritárias) da consciência, ou personalidade humana, dentro do contexto globalizante do Universo Físico.
Empenho. Tal empenho permitir-lhe-á alcançar, por fim, numa etapa posterior, o contexto dos Universos Conscienciais existentes e passíveis de serem alcançados pelo ego restringido e imerso no processo da ressoma.
Etapas. Tais etapas da investigação mais sofisticada - e a que mais importa - somente poderão ser atingidas através do emprego inteligente do desempenho da consciência lúcida a partir do mentalsoma, dominando o seu holossoma, para então dominar uma gama, de facto mais ampla, de dimensões conscienciais, enquanto no corpo humano organizadamente maduro.
Repetições. Eis, afora muitos outros, 13 factores predisponentes às repetições desnecessárias nas seriéxis ou experiências multiexistenciais, por ordem alfabética:

1. Charlatanismos eruditos.
2. Crendices populares.
3. Esoterismos profissionais.
4. Explorações da credibilidade pública.
5. Lavagens subcerebrais subtis.
6. Má-informações, subinformações e desinformações.
7. Manipulações de consciências vulneráveis.
8. Misticismos instintivos.
9. Ocultismos ficcionais.
10. Repressões condicionadas.
11. Sacralizações irracionais.
12. Sonegações de dados.
13. Tabus arraigados.

Esperanças. Ante os percalços da vida, a necessidade de se conhecer a natureza humana e as estruturas da consciência, as pessoas tendem a ter esperanças excessivas, ou na Ciência convencional, mecanicista e incompleta, como se esta pudesse resolver todos os problemas enfrentados pelo Homem.
Modos. Muitos desses problemas podem ser, de alguma forma, solucionados através de outras maneiras de apreender a realidade, ou outros modos de cognição. Por exemplo: as formas estéticas, religiosas ou as suposições não-empíricas.
Integração. Este autor recomenda, no entanto, com toda a honestidade - como sempre - a integração da Ciência convencional com o paradigma consciencial simples da Projecciologia.
Simplicidade. Se tudo o mais é igual, devemos preferir a teoria mais simples ou a que menos recorra a pressupostos e paradigmas. Este é um conceito da própria Ciência convencional: a “navalha de Occam”.
Caprichos. Neste ponto, vale entender os nossos caprichos, em crescendo, manifestos através de 3 tipos:

1.Biomemória. A mente, no caso, a conscin, a consciência com o seu dicionário cerebral pessoal e a biomemória, é menos caprichosa.
2. Vontade. A vontade é sempre moderadamente caprichosa.
3. Emoção. A emoção é sempre demasiadamente caprichosa.

Formas. Como argumentamos antes, a forma científica é apenas uma, entre muitas alternativas existentes para se apreender a realidade dentro e fora de nós.
Mentalsoma. A Ciência mostra-se melhor porque assenta nas bases do evoluído corpo mental ou mentalsoma (consciência).
Discernimento. Isso significa: lógica, racionalidade, discernimento, refutação e verdade relativa de vanguarda.
Prioritário. Em síntese: o que falta à Ciência Convencional presentemente é o discernimento mais refinado do prioritário. A maioria dos cientistas - homens e mulheres - convencionais ainda não descobriram a existência da inteligência evolutiva.
Psicossoma. Outras linhas do conhecimento e da perquirição humana, por exemplo, a Arte, a Estética e a Religião, assentam as suas bases no menos evoluído corpo emocional ou psicossoma.
Manipulação. Isso significa: emocionalidade, dogmatismo, doutrinação perversa, lavagem subcerebral, verdade deformada (subinformação, desinformação) ou a vontade disfarçada (qualidade da intenção), sistematicamente, a fim de se manipularem consciências ou seres sociais.
Anticosmoética. Este trabalho ingrato e anticosmoético vem sendo desenvolvido, com eficiência, em todo o Século XX, por formadores de opinião, agitadores de ideias, demagogos multifacetados, mercantilistas de múltiplas origens e manipuladores despudorados de consciências robotizadas (robéxis).
Religioso. O religioso, quando assente apenas no corpo emocional, movido pelo sectarismo, repudia com violenta suspeição, as qualidades conscienciais advindas do mentalsoma. Combate a educação aberta, o conhecimento universalista, o intelecto e a Ciência.
Piedade. Considera-os, erroneamente, como destruidores do sentimento instintivo, da intuição inata, da piedade natural e da perspicuidade inocente. Isso, no entanto, não corresponde à realidade da multidimensionalidade e da cosmoética vivida.
Tranquilidade. A pessoa detentora apenas do bom senso natural, sem as bases lógicas da pesquisa científica, tem medo das expressões e ânsia em demonstrar que os seus pontos de vista estão correctos. Para isso usa todas as suas paixões e armas da sofística.
Decisor. O decisor racional, o ponteiro da consciência discernidora, não pode ser movido pelas emoções.
Serenidade. A pesquisa da consciência só assenta num pesquisador(a) mais sereno.
Porquês. Como já afirmado anteriormente, a Ciência convencional tem o seu modelo principal, mecanicista, presentemente a caminho do esgotamento. Não pode sozinha responder a todas as suas perguntas e aos seus porquês, leitor (ou leitora), quanto à compreensão da sua própria personalidade complexa. Inexiste conscin simples.
Autocontrole. Por exemplo, a Ciência ainda não responde com explicitações ou técnicas razoáveis quanto a 3 factos:

1. Comportamento. O maior controlo do seu comportamento pessoal.
2. Decisões. A tomada de decisões mais sábias na sua vida quotidiana.
3. Autodomínio. A falta de autodomínio emocional do próprio cientista genial.


Profissionais. Não podemos esquecer que nesta Socin ainda encontramos, com relativa facilidade, dentre outros, 7 categorias de profissionais contraditórios e constrangedores:

1. Cardeal-arcebispo: o cardeal-arcebispo tabagista (viciado em cachimbo e charutos).
2. Dietista: o dietista obeso (viciado em comida).
3. Diplomata: o chanceler monoglota.
4. Jornalista: o jornalista analfabeto (imprensa).
5. Nobelista: o laureado pelo prémio Nobel que se revelou pedófilo.
6. Pneumologista: o pneumologista fumador inveterado.
7. Psiquiatra: o psiquiatra onicófago.


Participação. Por isso, se você, leitor ou leitora, está desiludido(a) com a Ciência convencional - que nada lhe explica sobre o porquê, mas apenas o como - somente ganhará se também iniciar, desde já, as suas pesquisas pessoais, participativas, a fim de ajudar a melhorar essa situação que o desaponta.
Novo. Venha também para a Ciência. Ajude-nos a evidenciar o novo paradigma consciencial, o modelo emergente, a mais recente descodificação ou sistematização científica.
Reperspectivação. Isso significará 3 renovações ou inovações:

1. Vida. A reperspectivação projecciológica da Vida.
2. Ciência. A reciclagem da própria Ciência.
3. História. A alteração da perspectiva da História.

Evidências. Este é o objectivo claramente pretendido por este livro: enfatizar evidências, por mínimas que sejam, dessa realidade de vanguarda ou verdade relativa de ponta, deixando essas ideias que não precisarão mais ser reinventadas, seja nesta existência humana ou noutras, num futuro próximo.
Pesquisador. Na vida prática, quotidiana e diuturna, ao pesquisador (ou pesquisadora) da Conscienciologia, incluindo a especialidade Projecciologia, racionalmente são indispensáveis, pelo menos, 3 procedimentos científicos prioritários, nesta ordem cronológica:

1. Auto-organização. Organizar a própria vida intraconsciencial, intrafísica e extrafísica: disciplina pessoal.
2. Auto-experimentação. Acumular os factos observados nas dimensões conscienciais: experimentações pessoais participantes.
3. Fixação. Evidenciar os achados, independentemente de quaisquer outros factores ou variáveis intercorrentes, colocando as comunicações científicas menos impermanentes acima das instituições intrafísicas efémeras: fixação das ideias relativas de ponta na vida humana.

Auto-revezamentos. Esta fórmula, simples de ser exposta e difícil de ser executada, é uma trilha lógica para a consciência vivenciar, integralmente, os auto-revezamentos multiexistenciais sadios, tornando-se minipeça dentro de um maximecanismo assistencial, interpessoal, interconsciencial e multidimensional.
Fecundidade. A teoria aqui defendida - na sua primeira geração - para a análise integral da consciência é estimulante e potencialmente fecunda.
Desenvolvimentos. Pelo menos a teoria apresenta uma estrutura sumamente influente em relação a desenvolvimentos técnicos ulteriores.

Bibliografia: Azevedo (63, p. 19), Grof (646, p. 1), Tart (1653, p. 153). Obra mais recente deste autor: 700 Experimentos da Conscienciologia.