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Auto-Experimentação optimizada
por um
Campo Energético
Desde Agosto de 2002 que os principais centros
educativos da IAC proporcionam aos estudantes interessados, a oportunidade
de aplicarem a auto-experimentação. Os estudantes
conduzem as suas experiências numa sala de ambiente optimizado
- aqui referido como ‘laboratório’ de auto -
experimentação.
Embora os laboratórios estejam preparados
de forma a reduzir a estimulação sensorial, enquanto
proporcionam privacidade num ambiente confortável, o seu
elemento essencial é o campo energético, formado segundo
as características das actividades desenvolvidas no laboratório
e reforçado pela repetição das experiências.
O padrão energético aqui referido como “campo
energético”, foi estudado por Waldo Vieira (1986) que
lhe deu o nome de holopensene. Rupert Sheldrake (1996) refere este
padrão energético como campo morfogenético.
A acumulação deste padrão
energético no ambiente, poderá dar lugar a uma espécie
de tecnologia não física, considerada de grande ajuda
na produção de fenómenos similares, quando
expostos ao mesmo ambiente.
Estes laboratórios proporcionam aos
interessados na auto-experimentação, uma oportunidade
única e dinamizada para as experiências parapsíquicas,
assim como permitem o registo científico e a análise
de dados experimentais.
A pesquisa resultante da acumulação
de dados relacionados com os acontecimentos e resultados experimentados
pelos participantes nas sessões de laboratório, permitirão
verificar os verdadeiros efeitos que este tipo de laboratório
pode produzir e permitirão validar o uso de elementos bioenergéticos
e holopensénicos, na indução de experiências
parapsíquicas num ambiente adaptado de sala de aula para
laboratório.
Existem três tipos de laboratórios
disponíveis (desde Agosto de 2002):
Laboratório de Técnicas
Projectivas. Neste laboratório, o experimentador
selecciona e aplica uma técnica para induzir, voluntariamente,
a saída lúcida do corpo físico através
do psicossoma, também conhecido como corpo não físico
(corpo astral). O indivíduo mantém-se sozinho no laboratório
durante toda a experiência, normalmente com uma duração
de 2 horas e meia.
Laboratório do Estado Vibracional.
Este laboratório proporciona um ambiente de condições
optimizadas a todos os interessados em desenvolver o seu estado
vibracional. O estado vibracional é uma técnica bioenergética
que aumenta o bem estar integral, equilibra as energias e potencializa
as percepções parapsíquicas. Dentro do laboratório
está disponível, para consulta, um manual de instruções
sobre como induzir o estado vibracional. O objectivo é produzir
o maior número possível de estados vibracionais durante
a experiência, a qual normalmente dura 2 horas.
Laboratório de Imobilidade
Física Vigil. Neste laboratório, os participantes
tentam permanecer sentados num sofá confortável, durante
3 horas seguidas, olhando para uma parede branca, sem mover um músculo.
Esta experiência oferece aos participantes a oportunidade
de treinar a sua concentração e desenvolver o controle
sobre o seu corpo físico. Incluindo o tempo reservado para
o relato das sensações, cada um destes experimentos
dura normalmente 3 horas e meia.
Durante qualquer um destes três laboratórios,
os participantes permanecem sós. No entanto, um instrutor
com experiência, acompanha cada sessão experimental,
estando sempre disponível para responder a perguntas ou intervir,
caso seja necessário, assegurando, assim, o bem estar dos
participantes.
Durante este laboratório, pretende-se
instalar o estado vibracional o maior número de vezes possível.
Pode escolher fazê-lo sentado num sofá confortável
ou deitado num colchão.
Os principais objectivos desta experiência laboratorial são:
1. Verificar os benefícios
- se houver algum - deste tipo de laboratório em termos da
estimulação e produção de experiências
pessoais;
2. Aumentar o conhecimento relacionado com a forma como o padrão
energético e holopensénico de um ambiente pode influenciar
a produção de experiências, contribuindo para
a melhoria destes laboratórios, de forma a ajudar todos os
interessados em controlar e aumentar as suas percepções
extra-sensoriais;
3. Contribuir para a compreensão dos diferentes tipos de
ocorrências típicas de cada um dos laboratórios
existentes;
4. Desenvolver novas técnicas, baseadas nos resultados observados,
para ajudar nos processos pedagógicos;
5. Comparar os resultados obtidos pelas mesmas pessoas, em condições
similares em suas casas, com os resultados conseguidos neste ambientes
“laboratoriais”.
Pesquisadores
responsáveis: Pelo menos um pesquisador de cada
uma das unidades da IAC onde haja esta actividade, colaborará
na recolha e análise dos dados, assim como na redacção
do relatório sobre os resultados obtidos e nas conclusões.
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