Procuramos com essa pesquisa entender melhor como atuam os Serenissimus - Homo sapiens serenissimus - em determinados eventos naturais considerados de porte catastrófico, como é o caso de algumas erupções vulcânicas. Esses acontecimentos nem sempre são só naturais, e podem ter repercussões positivas sobre populações inteiras, apesar da aparente catástrofe. A intenção é apresentar indícios bastante razoáveis da atuação de Serenissimus junto a esses fenômenos, na promoção de reurbanizações intra e extrafísicas. Afinal, é muito difícil a consciência realizar uma renovação íntima, estando em holopensenes muito desfavoráveis à evolução. É aí que surge a necessidade das macro-reurbanizações.
Este artigo pretende aprofundar a compreensão quanto ao paradigma consciencial. Começa indicando a necessidade e os fatos para um novo modelo da consciência. Do ponto de vista de diferentes correntes do conhecimento - religião, filosofia e ciência - o artigo discute o que pode ou não ser explicado em cada caso. O paradigma convencional atual está concebido independentemente do observador, enquanto que o paradigma consciencial está definido pelo processo da autopesquisa em um consenso intersubjetivo. O autor enfatiza algumas das características deste modelo evolutivo prático que engloba todos os dados conscienciais. Com isto, concilia os antigos sistemas de conhecimento apontando suas limitações bem como suas potencialidades. O artigo se conclui mencionando a importância de a consciência ser ao mesmo tempo o pesquisador e o laboratório. Observação: Esta corresponde à primeira parte deste artigo.
A morte preocupa a humanidade desde sempre. A análise deste tema por mais vertentes que aborde é sempre incompleta. Este artigo procura dar algumas perspectivas de morte, mas sempre com um posicionamento projeciológico e Conscienciológico. Propõe um espaço íntimo de reflexão para questões como: De que modo é que conhecendo-nos melhor como consciências, como princípios inteligentes organizados e organizadores, podemos desmistificar esse processo biológico natural, humano e universal? Como deixar de ter medo da morte, sabendo que esta nada mais é do que uma etapa de renovação consciencial? De que forma podemos modificar o nosso posicionamento perante a morte, trazendo adendas assistenciais para os grupos humanos em que estamos inseridos?
Este artigo fundamenta-se numa investigação bibliográfica em áreas como a Psicologia, Sociologia, Projeciologia e Conscienciologia, tendo por base o Paradigma consciencial e a pesquisa participativa da autora. Conclui-se que a perspectiva de morte segundo a Projeciologia e a Conscienciologia é menos dramática, negativista e traumática que outras pesquisadas aqui abordadas. A morte é uma transição provisória de um estado consciencial para outro e todos nós treinamos a morte sempre que temos projeções da consciência. A preparação da morte começa na vida. Saber morrer é saber viver.
Sob o enfoque do paradigma consciencial apresenta-se uma hipótese de afinidades evolutivas entre as espécies do gênero Homo. As espécies † H. habilis, † H. erectus, † H. neanderthalensis, e H. sapiens são comumente aceitas pela biologia como integrantes da evolução humana; as demais, H. serenissimus Vieira, 1987, H. preserenissimus sp.n., H. despertus sp.n. e H. evoluciologus sp.n., correspondentes na Conscienciologia a níveis conscienciais de H. sapiens, são reconhecidas, neste trabalho, como espécies, por apresentarem caracteres conscienciais exclusivos. Os resultados obtidos sugerem que a evolução do homem, especialmente a partir de H. sapiens, ocorre através do aperfeiçoamento de caracteres conscienciais, os quais são, aqui, considerados, os únicos que podemos utilizar para o reconhecimento das atuais espécies humanas.
Este artigo apresenta a abordagem da consciencioterapia como recurso disponível à conscin para agilizar o processo consciencial evolutivo durante a vida intrafísica, propondo que o nível de lucidez quanto à autoconsciência é um fator preponderante no desempenho auto-evolutivo. Introduz o consciencioterapeuta e os pré-requisitos básicos para atuar nesta área como um profissional da assistencialidade madura.